sexta-feira, 19 de março de 2010

“Criança, o que sabe ela da morte?”


Um sorriso aberto,
Um sorriso alegre.
Um abraçao caloroso,
Um beijo embriagante.

Um olhar sincero, um olhar profundo.
Pensamentos tão simples, pensamentos tão sinceros.
Uma vida tão fácil, uma vida tão intensa.
Felicidade inocente, felicidade incontrolável.

Carência sem limite, carência infinita de amor...
Primavera todos os dias, primavera calorosa e brilhante...
Espelho de uma alma, espelho de uma causa...

Pureza sem limite...anjo caído do céu!
Um simples criança...vive intensamente!
Uma simples criança...ensina a amar!

“Uma simples criança respira suavemente,
E sente a vida em cada membro,
O que poderá saber da morte?”

Mya Keats

(escrito por A.Teresa)

1 comentário:

  1. Nada, nada sabe da morte! Por isso é que quando somos crianças, somos felizes e depois disso, apercebemo-nos que o "menino jaz morto"!

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