sexta-feira, 19 de março de 2010

Rapaz misterioso, o que posso eu fazer?

Não entendo porquê tantas perguntas!
Não entendo tanto mistério!
Não entendo tanto interesse
Em volta de um simples olhar.
Argh!
Não sabia que te importavas
Assim tanto comigo!
Pelo menos nunca mostraste,
Tanto interesse.

Gostava de te conhecer
Mas desde o início que te odiei.

Tentava escapar no labirinto
Que envolviam as nossas batalhas,
Embora fosse em vão...
E assim ficar de novo sozinha...

Mas parecia uma atracção...
Como o metal atrai o íman,
Tu atrais-me a mim e eu a ti
Numa luta sem fim.
Para ver quem é o melhor,
A jogar e a escapar um do outro.
Sempre a ganhar!

Dás-me tudo o que quero,
Dás-me tudo o que preciso.
Meu Deus! És tudo o que eu necessito!

Por vezes, magoas-me,
Quando dizes coisas só para me derrotar.
Talvez também faça a mesma coisa,
Só para te magoar...

Não quero ser assim,
Mas sei,
Confesso,
Sou dura de roer e tu já entendeste.
Se te calas comigo,
Então está tudo perdido!
Pois levo a ‘partida’ como vencida
E não gosto de rapazes que se sintam derrotados
E desistam assim, tão facilmente.

Mas somos tão diferentes...
Somos de realidades tão paralelas...
Mas ao mesmo tempo, feitos um para o outro.
Feitos com os mesmos ingredientes,
Embora com temperos diferentes,
Dando assim uma mistura explosiva mas saborosa.

Oh! Espero que um dia nos entendamos.
Espero que este jogo de sedução dure para sempre
Para nos teus braços permanecer!

Keli Ruthven

(escrito por A.Teresa)

2 comentários:

  1. Bem, pergunto-me a pensar em quem escreveste este...!

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  2. Bem, pergunto-me a pensar em quem escreveste este...!

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