domingo, 16 de janeiro de 2011

“O arrependimento dos pecados não cometidos mas simplesmente sentidos”

“Eu posso não conhecer a vossa mente, mas conheço o suficiente, e diabos me levem se fingirei o contrário. Sei que também me procuráveis a mim. Sei que o desejo nos une tão fortemente que afecta cada palavra e cada movimento e até mesmo o ar que respiramos. Sei que estou satisfeito por aquele idiota pomposo não ter ficado convosco. E sei que o único pecado que cometi em Macau foi não vos ter possuído quando tive oportunidade .”


“A beleza e a paz do jardim escarneciam dele. A tranquilidade tornava a tempestade dentro dele ainda menos suportável. Anseios, dúvidas e ressentimentos ressoavam na sua mente. Ergueu o rosto para a brisa salgada, para que esta pudesse arrefecer a fúria abrasadora que provinha de uma fonte desconhecida.
Não podia viver assim, a fúria levá-lo-ia à violência ou à loucura. A tempestade iria desencadear-se um dia, fazendo-o mergulhar no desespero. Já havia chegado perto. Havia encontrado consolo da pior das maneiras...”
-Os pecados de Lord Easterbrook, Madeline Hunter-


1 comentário:

  1. Es linda :)
    adoro os teus textos amora***


    olha eu encontrei um meu our«tro blog onde tb la tenho textos meus looool

    www.paginadeumsonhoreal.blogspot.com

    se quiseres da uma espreitadela @
    beijinho grande

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